Elis e Nara. .... duas
personalidades fortes, talentosas, com características artística brilhantes,
distintas e controversas. Maravilhosamente diferentes!
Uma nasce no dia q a outra morre...
☆•.¸♫Parabéns
à musa da Bossa Nova! ♪ Nara Lofego Leão
Diegues - Nara Leão, como a conhecemos, nasceu em 19 de janeiro de 1942, esta
capixaba faleceu em 7 de junho de 1989...
☆•.¸♫Elis
Regina que nasceu em 17 de março de 1945, em Porto Alegre /RS. esta gaúcha faleceu
em 19 de janeiro de 1982 ♪ Elis Regina
Carvalho Costa ficou conhecida por sua presença de palco, sua voz e sua
personalidade, Elis Regina é considerada por muitos críticos, comentadores e
outros músicos a melhor cantora brasileira de todos os tempos♂
Elis é mãe da cantora Maria Rita e dos músicos Pedro Mariano e João Marcelo
Bôscoli
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Letras e músicas (faça sua escolha)
http://letras.mus.br/elis-regina/
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Letras e músicas (faça sua escolha)
http://letras.mus.br/nara-leao/
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Como Nossos Pais, grande e marcante sucesso gravado por Elis, uma das
composições de protestos que atravessam gerações de Antônio “Carlos Gomes”
Belchior Fontenelle Fernandes, meia dúzia de nomes para designar este, a quem
conhecemos apenas por Belchior, o Rei Mago, ou o Mago que foi dos primeiros
nordestinos a reinar na MPB.
BELCHIOR - http://glaucialimavoz.blogspot.com.br/2012/10/belchior.html
BELCHIOR - http://glaucialimavoz.blogspot.com.br/2012/10/belchior.html
♫Como Nossos Pais ♪
Não
quero lhe falar
Meu grande amor
Das coisas que aprendi
Nos discos
Quero lhe contar como eu vivi
E tudo o que aconteceu comigo
Meu grande amor
Das coisas que aprendi
Nos discos
Quero lhe contar como eu vivi
E tudo o que aconteceu comigo
Viver
é melhor que sonhar
Eu sei que o amor
É uma coisa boa
Mas também sei
Que qualquer canto
É menor do que a vida
De qualquer pessoa
Eu sei que o amor
É uma coisa boa
Mas também sei
Que qualquer canto
É menor do que a vida
De qualquer pessoa
Por
isso cuidado, meu bem
Há perigo na esquina
Eles venceram e o sinal
Está fechado pra nós
Que somos jovens
Há perigo na esquina
Eles venceram e o sinal
Está fechado pra nós
Que somos jovens
Para
abraçar seu irmão
E beijar sua menina na rua
É que se fez o seu braço
O seu lábio e a sua voz
E beijar sua menina na rua
É que se fez o seu braço
O seu lábio e a sua voz
Você
me pergunta
Pela minha paixão
Digo que estou encantada
Como uma nova invenção
Eu vou ficar nesta cidade
Não vou voltar pro sertão
Pois vejo vir vindo no vento
Cheiro de nova estação
Eu sinto tudo na ferida viva
Do meu coração
Pela minha paixão
Digo que estou encantada
Como uma nova invenção
Eu vou ficar nesta cidade
Não vou voltar pro sertão
Pois vejo vir vindo no vento
Cheiro de nova estação
Eu sinto tudo na ferida viva
Do meu coração
Já
faz tempo
Eu vi você na rua
Cabelo ao vento
Gente jovem reunida
Na parede da memória
Essa lembrança
É o quadro que dói mais
Eu vi você na rua
Cabelo ao vento
Gente jovem reunida
Na parede da memória
Essa lembrança
É o quadro que dói mais
Minha
dor é perceber
Que apesar de termos
Feito tudo o que fizemos
Ainda somos os mesmos
E vivemos
Ainda somos os mesmos
E vivemos
Como os nossos pais
Que apesar de termos
Feito tudo o que fizemos
Ainda somos os mesmos
E vivemos
Ainda somos os mesmos
E vivemos
Como os nossos pais
Nossos
ídolos
Ainda são os mesmos
E as aparências
Não enganam não
Você diz que depois deles
Não apareceu mais ninguém
Ainda são os mesmos
E as aparências
Não enganam não
Você diz que depois deles
Não apareceu mais ninguém
Você
pode até dizer
Que eu tô por fora
Ou então
Que eu tô inventando
Que eu tô por fora
Ou então
Que eu tô inventando
Mas
é você
Que ama o passado
E que não vê
É você
Que ama o passado
E que não vê
Que o novo sempre vem
Que ama o passado
E que não vê
É você
Que ama o passado
E que não vê
Que o novo sempre vem
Hoje
eu sei
Que quem me deu a idéia
De uma nova consciência
E juventude
Tá em casa
Guardado por Deus
Contando o vil metal
Que quem me deu a idéia
De uma nova consciência
E juventude
Tá em casa
Guardado por Deus
Contando o vil metal
Minha
dor é perceber
Que apesar de termos
Feito tudo, tudo
Tudo o que fizemos
Nós ainda somos
Os mesmos e vivemos
Ainda somos
Os mesmos e vivemos
Ainda somos
Os mesmos e vivemos
Como os nossos pais
Chega de Saudade é uma canção escrita por Vinícius de
Moraes (letra) e por Antonio Carlos
Jobim (música), em
meados dos anos 50.Que apesar de termos
Feito tudo, tudo
Tudo o que fizemos
Nós ainda somos
Os mesmos e vivemos
Ainda somos
Os mesmos e vivemos
Ainda somos
Os mesmos e vivemos
Como os nossos pais
Foi
gravada pela primeira vez em 10 de julho de 1958,
na voz de Elizeth Cardoso, que a gravou com arranjos do
maestro Antonio Carlos Jobim, acompanhada também pelo violão de João Gilberto. Mais tarde, esta gravação
antológica ficou reconhecida como o primeiro registro fonográfico da bossa nova.
A
versão de Elizeth foi lançada em maio daquele mesmo ano no álbum-projeto Canção do Amor
Demais pelo selo
Festa (LDV 6002), no qual pela primeira vez se ouviu aquilo que receberia o
nome de batida da bossa nova.
Alguns
meses depois, a canção recebeu novas versões, primeiro pel'Os Cariocas, através de disco Columbia e também por João Gilberto, num 78
rotações lançado pela Odeon em
julho que tinha, no lado B, a música Bim
Bom, de autoria do cantor.
Também
foi regravada pela banda brasileira de Power Metal Angra Nos albuns Freedom Call e Live Acoustic at
FNAC ambos de 1996.
Aqui, numa belíssima versão com Narinha...
Aqui, numa belíssima versão com Narinha...
♫Chega
de Saudade ♪
http://www.youtube.com/watch?v=BmaK9zSsMhc&feature=youtu.be
http://www.youtube.com/watch?v=BmaK9zSsMhc&feature=youtu.be
E diz a ela que sem ela não pode ser
Diz-lhe numa prece
Que ela regresse
Porque não posso mais sofrer...
Que ela regresse
Porque não posso mais sofrer...
Chega
de saudade
A realidade é que sem ela
Não há paz, não há beleza
É só tristeza e a melancolia
Que não sai de mim
Não sai de mim
Não sai
A realidade é que sem ela
Não há paz, não há beleza
É só tristeza e a melancolia
Que não sai de mim
Não sai de mim
Não sai
Mas,
se ela voltar
Se ela voltar que coisa linda!
Que coisa louca!
Pois há menos peixinhos a nadar no mar
Do que os beijinhos
Que eu darei na sua boca
Se ela voltar que coisa linda!
Que coisa louca!
Pois há menos peixinhos a nadar no mar
Do que os beijinhos
Que eu darei na sua boca
Dentro
dos meus braços, os abraços
Hão de ser milhões de abraços
Apertado assim, colado assim, calada assim
Abraços e beijinhos e carinhos sem ter fim
Que é pra acabar com esse negócio
De viver longe de mim
Não quero mais esse negócio
De você viver assim
Vamos deixar esse negócio
De você viver sem mim...
Hão de ser milhões de abraços
Apertado assim, colado assim, calada assim
Abraços e beijinhos e carinhos sem ter fim
Que é pra acabar com esse negócio
De viver longe de mim
Não quero mais esse negócio
De você viver assim
Vamos deixar esse negócio
De você viver sem mim...
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