❝Mas se desejarmos fortemente o melhor
e,
principalmente, lutarmos pelo melhor...
O melhor vai se instalar em nossa vida.
Porque sou do tamanho daquilo que vejo,
e não do tamanho da minha altura.❞ Carlos Drummond de Andrade (31/10/1902 - 17/08/1987)
Escritor Carlos Drummond de Andrade faria 110 anos hoje
Há exatos 25 anos, dia 17 de agosto de 1987, Nosso Grande Escritor Carlos Drummond
Essa linha que nasce nos teus ombros, Que se prolonga em braço, depois mão,
Esses círculos tangentes, geminados,
Cujo centro em cones se resolve,
Agudamente erguidos para os lábios
Que dos teus se desprenderam, ansiosos.
Essas duas parábolas que te
apertam
No quebrar onduloso da cintura,
As calipígias ciclóides
sobrepostas
Ao risco das colunas
invertidas:
Tépidas coxas de linhas
envolventes,
Contornada espiral que não
se extingue.
Essa curva quase nada que desenha
No teu ventre um arco repousado,
Esse triângulo de treva cintilante,
Caminho e selo da porta do teu corpo,
Onde o estudo de nu que vou fazendo
Se transforma no quadro terminado.
JOSÉ
SARAMAGO
Seu Corpo - Roberto Carlos
"Me
envolvo e sou tragado Pelos seus carinhos E só me encontro se me perco
❝Não há fronteiras nesta luta de morte, nem vamos permanecer indiferentes perante o que aconteça em qualquer parte do mundo. A vitória nossa ou a derrota de qualquer nação do mundo, é a derrota de todos.❞ Ernesto Che Guevara
"Que culpa tenho eu de ter o sangue vermelho e o coração à esquerda? Ernesto Che Guevara
Che Guevara – ✰14/06/1928 a †8-9/10/1967
¿Qué culpa tengo yo de tener la sangre roja y el corazón a la izquierda? Che Guevara
No ano de 1965, o líder da
Revolução Cubana, Fidel Castro Ruz, leu oficialmente a carta de despedida do
comandante Ernesto ‘Che’ Guevara.
Xilogravura do Poeta Arievaldo Vianna
Havia sido escrita
em Havana para ser lida no momento oportuno. E, se fez necessário dar
conhecimento para desmontar intrigas da CIA, que asseveravam que Fidel Castro
havia matado Che.
A carta
fazia referencia a momentos significativos vividosjuntos com Fidel, liberava Cuba de toda
responsabilidade na nova missão libertária na América do Sul. Quase dois anos
depois, Che foi assassinado na selva boliviana, por soldados deste país
treinados pela CIA.
Che havia saído de Cuba em direção a África em abril de 1965 e, Fidel tornou
pública a carta em 03 de outubro de 1965 do mesmo ano, no momento em que se
efetivava em Havana a apresentação do Comitê Central do Partido Comunista de Cuba.
No emocionante ato,
Fidel explicou que a relação de membros do dito Comitê Central faltava alguém,
no caso o Comandante Ernesto ‘Che’ Guevara, que por
direito merecia estar na direção partidária cubana que se constituía, e, em
seguida, de maneira convincente, leu a carta de despedida de Che.
Dia histórico, momento transcendental
de exemplo de unidade revolucionária. Como disse Fidel naquele 3 de outubro de
1965: “Defenderemos, como temos defendido até hoje, nossos pontos de vistas,
nossas posições e nossa línea, de maneira consequente com nossos atos e feitos.
E nada nos
afastará deste caminho”.
Che Guevara - 95 anos de nascimento - ✰14/06/1928 a †8-9/10/1967
Fidel Castro lê a carta que o Comandante Che Guevara o deixou (www.cubarte.cult.cu)
Em seguida, trechos
que destacamos da carta (em español - íntegra no final):
“…en una revolución se triunfa o se muere.
……
He vivido días magníficos y sentí a tu lado el orgullo de pertenecer a nuestro
pueblo en los días luminosos y tristes de la Crisis del Caribe.
Pocas veces brilló más alto un estadista que en esos días, me enorgullezco
también de haberte seguido sin vacilaciones, identificado con tu manera de
pensar y de ver y apreciar los peligros y los principios.
……..
Otras tierras del mundo reclaman el concurso de mis modestos esfuerzos. Yo
puedo hacer lo que te está negado por tu responsabilidad al frente de Cuba y
llegó la hora de separarnos.
…..
… y dejo un pueblo que me admitió como un hijo; eso lacera una parte de mi
espíritu.
…cumplir con el más sagrado de los deberes; luchar contra el imperialismo
dondequiera que esté; esto reconforta y cura con creces cualquier desgarradura.
…….
Que en dondequiera que me pare sentiré la responsabilidad de ser revolucionario
cubano, y como tal actuaré. Que no dejo a mis hijos y mi mujer nada material y
no me apena: me alegra que así sea. Que no pido nada para ellos, pues el Estado
les dará lo suficiente para vivir y educarse.
Che, 85 anos de nascimento – 14/06/1928 a 8-9/10/1967.
✎«Sonha e serás livre de espírito... luta e serás livre na
vida. »✓Che Guevara
"Déjeme
decirle, a riesgo de parecer ridículo, que el revolucionario verdadero está
guiado por grandes sentimientos de amor.." Che Guevara
"Eu creio que a primeira coisa
que deve caracterizar um jovem socialista é a honra que se sente por ser jovem socialista.
Essa honra que o leva a mostrar-se a toda gente na sua condição de ser socialista,
que não o submete à clandestinidade, que o não reduz a fórmulas, mas que ele
manifesta em cada momento que lhe sai do espírito, que tem interesse porque é o
símbolo de seu orgulho.
Junta-se a isso um grande sentido do dever para com a sociedade que estamos
construindo, para com os nossos semelhantes como seres humanos e para com todos
os homens do mundo.
Isso é algo que deve caracterizar o jovem socialista. Paralelamente, uma grande
sensibilidade a todos os problemas e uma grande sensibilidade em relação a
justiça." Che Guevara
Ernesto Rafael Guevara de la Serna, conhecido como
"Che" Guevara, foi um político, jornalista, escritor e médico
argentino-cubano. "Cidadão do Mundo" como se definia.“Não me esperem para a colheita, pois estarei sempre a semear...” Che Guevara
Nasceu em14 de junho de 1928, Rosario, Argentina e, Faleceu em8/9 de outubro de 1967, La Higuera, Bolívia
Che media 1,82 m
☆8/9 de outubro de 1967 e, há 45 anos, Che era
assassinado... Ernesto Rafael
Guevara de La Serna, o mais famoso revolucionário socialista do século XX,
nasceu em 14 de junho de 1928, na cidade de Rosário (Argentina). Capturado por
soldados bolivianos, na selva de La Higuera (Bolívia), em 8 de outubro de 1967,
foi executado no dia seguinte (9 de outubro), na aldeia boliviana.
¡Hasta Siempre - Comandante Che
Guevara!
Che e a Bicicleta
Artigo e Arte: Gláucia Lima
Se eu tiver que fazer alguma ligação de bicicleta com alguma personalidade conhecida, indubitavelmente, é com Che.
Por isso, na oportunidade em que o Planeta pede atitudes mais sustentáveis e ações mais concretas, tendo inclusive o dia 22 de setembro, alusivo como Mundial Sem Carros nas Ruas, o apelo ao uso de Bicicletas, por Cidades mais Limpas.
Escolhemos a figura de Ernesto Che Guevara. Adepto de duas rodas, foi viajando em sua motocicleta que Che inicia sua trajetória de Lutas.
Em dezembro de 1953, chega à Guatemala e lá, presencia a luta do presidente Jacob Arbenz Guzmán, recém-eleito presidente, liderar um governo de cunho popular, na tentativa de realizar reformas de base, eliminar o latifúndio, diminuir as desigualdades sociais e um dos principais objetivos, garantir a mulher no mercado de trabalho.
À época, opondo-se a Arbenz, o governo americano, através da CIA, coordenou ações várias contra seu governo, incluindo aí apoio a grupos paramilitares, pelo fato de não se alinhar à sua política para a América Latina.
Che tem nestas experiências na Guatemala, forte contribuição na construção de sua consciência política. E, posiciona-se contra o imperialismo americano se auto definindo: revolucionário.
Podemos dizer de Che, o "guru moral". Ao proclamar que pelas ruínas dos antigos, um novo homem tinha de ser criado, sem ego e com um amor feroz pelo próximo.
Che, o romântico médico asmático que escrevia poemas, o bravo combatente que lutou contra a opressão e a tirania, o rebelde de espírito incorruptível que lutava por justiça social,acreditava que "lutam melhor os que têm belos sonhos", para quem "Se o presente é de luta, o futuro nos pertence..."
E, como ele, também acreditamos que "Podem morrer as pessoas, mas nunca suas ideias." afinal, ¡No lo vamos a olvidar! - Não, Nós não deixaremos que ele seja esquecido. Conforme ecoavam as vozes dos jovens pela América Latina naquele final da década de 60, por ocasião de seu assassinato: "Ele irá ressuscitar". Afinal, a impressão que nos passa seus assassinos, ao enterrá-lo no anonimato, tendo amputado suas mãos, é de que o temiam morto tanto quanto o temiam vivo.
"Os grandes só parecem grandes porque estamos ajoelhados" Che
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com 'Buena Vista Social Club' em
"Hasta Siempre, Commandante"
& o grande Che... nada mais se precisa dizer!
“o herói popular
deve ser uma coisa viva e presente em cada momento da história de um povo...”
“devemos criar uma união espiritual de todos nossos países, uma união que vá mais além do palavreado e da conveniência burocrática e se traduza na ajuda efetiva a nossos irmãos, brindando-lhes nossa experiência...”
Envergando a tradicional farda de brim verde-oliva da revolução cubana, o Ministro Ernesto Che Guevara recebeu a Grã-Cruz da Ordem Nacional do Cruzeiro do Sul, que lhe foi conferida pelo, então Presidente Jânio Quadros. É a mais alta condecoração brasileira atribuída a cidadãos estrangeiros como forma de reverenciar sua importância para o país
Era 19 de agosto de 1961.
*Entrada a la
Habana: 8 de Enero de 1959 / Fidel Castro - Che Guevara
*Entrada de Fidel
Castro en la Habana al Triunfo de la Revolucion
✎sobre esta famosa foto de Che: Funeral de las víctimas en la explosión del vapor "La Coubre" La Habana, el 5 de marzo de 1960. "Después de haber tomado las fotos de Dorticós y de Fidel se produce un vacío. No levanto la cabeza, sólo muevo mi Leica con un objetivo de 90 milímetros. Entonces aparece el rostro severo, terrible, acusador del Che. Su expresión es tan impresionante que tuve una reacción de retroceso y, en la misma fracción de segundo, apreté el botón... Esa es la foto..." ✓Alberto Korda
"Se você é capaz de tremer de indignação a cada vez que se comete uma injustiça no mundo, então somos companheiros." Che
"Prefiro
morrer de pé a viver ajoelhado." Che "Os grandes só parecem grandes porque
estamos ajoelhados." Che
Na íntegra, carta que o
Comandante Che Guevara deixou a Fidel Castro Ruz
Fidel:
Me recuerdo en esta
hora de muchas cosas, de cuando te conocí en casa de María Antonia, de cuando
me propusiste venir, de toda la tensión de los preparativos.
Un día pasaron
preguntando a quién se debía avisar en caso de muerte y la posibilidad real del
hecho nos golpeó a todos. Después supimos que era cierto, que en una revolución
se triunfa o se muere (si es verdadera). Muchos compañeros quedaron a lo largo
del camino hacia la victoria.
Hoy todo tiene un
tono menos dramático porque somos más maduros, pero el hecho se repite. Siento
que he cumplido la parte de mi deber que me ataba a la Revolución cubana en su
territorio, y me despido de ti, de los compañeros, de tu pueblo que ya es mío.
Hago formal
renuncia de mis cargos en la Dirección del Partido, de mi puesto de Ministro,
de mi grado de Comandante, de mi condición de cubano. Nada legal me ata a Cuba,
sólo lazos de otra clase que no se pueden romper como los nombramientos.
Haciendo un
recuento de mi vida pasada, creo haber trabajado con suficiente honradez y
dedicación para consolidar el triunfo revolucionario.
Mi única falta de
alguna gravedad es no haber confiado más en ti desde los primeros momentos de
la Sierra Maestra, y no haber comprendido con suficiente celeridad tus
cualidades de conductor y de revolucionario.
He vivido días
magníficos y sentí a tu lado el orgullo de pertenecer a nuestro pueblo en los
días luminosos y tristes de la Crisis del Caribe.
Pocas veces brilló
más alto un estadista que en esos días, me enorgullezco también de haberte
seguido sin vacilaciones, identificado con tu manera de pensar y de ver y
apreciar los peligros y los principios.
Otras tierras del
mundo reclaman el concurso de mis modestos esfuerzos. Yo puedo hacer lo que te
está negado por tu responsabilidad al frente de Cuba y llegó la hora de
separarnos.
Sépase que lo hago
con una mezcla de alegría y dolor, aquí dejo lo más puro de mis esperanzas de
constructor y lo más querido entre mis seres queridos… y dejo un pueblo que me
admitió como un hijo; eso lacera una parte de mi espíritu. En los nuevos campos
de batalla llevaré la fe que me inculcaste, el espíritu revolucionario de mi
pueblo, la sensación de cumplir con el más sagrado de los deberes; luchar
contra el imperialismo dondequiera que esté; esto reconforta y cura con creces
cualquier desgarradura.
Digo una vez más
que libero a Cuba de cualquier responsabilidad, salvo la que emane de su
ejemplo. Que si me llega la hora definitiva bajo otros cielos, mi último
pensamiento será para este pueblo y especialmente para ti. Que te doy las
gracias por tus enseñanzas y tu ejemplo al que trataré de ser fiel hasta las
últimas consecuencias de mis actos. Que he estado identificado siempre con la
política exterior de nuestra Revolución y lo sigo estando. Que en dondequiera que
me pare sentiré la responsabilidad de ser revolucionario cubano, y como tal
actuaré. Que no dejo a mis hijos y mi mujer nada material y no me apena: me
alegra que así sea. Que no pido nada para ellos, pues el Estado les dará lo
suficiente para vivir y educarse.
Tendría muchas
cosas que decirte a ti y a nuestro pueblo, pero siento que son innecesarias,
las palabras no pueden expresar lo que yo quisiera, y no vale la pena
emborronar cuartillas.
Pe Ibiapina - precursor da opção pelos pobres na Igreja
do Brasil
Homem culto, Padre Ibiapina
nasceu no dia 05 de agosto do ano de 1806. Formou-se em Direito, tendo ocupado cargos na
magistratura e na Câmara dos
Deputados.
Decepcionado, abandonou a vida civil para seguir o catolicismo. Foi
ordenado sacerdote em 1853 e faleceu no ano 1883. Aos 47 anos, iniciou uma obra missionária, percorrendo os Estados do
Nordeste brasileiro e, com o povo, contribuiu
para a transformação de uma realidade marcada pela miséria, pela doença, pelo
desespero.
Em missões evangelizadoras, o Missionário
Ibiapina ergue inúmeras casas de caridade, igrejas, capelas, cemitérios,
cacimbas d´água, açudes.
Ensinou técnicas agrícolas aos sertanejos, atuação que
inspirou no Nordeste o Padre Cícero e Antônio
Conselheiro, e defendeu os direitos dos trabalhadores rurais.Os açudes, igrejas e cemitérios, casas para
doentes e as conhecidas Casas de Caridade são resultados de sua ação social e
evangelizadora junto a comunidade.
O zelo apostólico do Padre José Antônio Pereira Ibiapina,
no percurso do século XIX, no interior do Nordeste brasileiro, deixou marcas
significativas, não apenas na organização posterior da Igreja, mas, sobretudo,
na vida das pequenas comunidades desta região.
Já havia escrito
este artigo há cerca de um ano mais ou menos. Porém, cenas que se repetem
frequentemente me moveram a reeditá-lo. Imaginem que estando em um típico
barzinho de bairro predominantemente residencial, conversando com amigos e
amigas - ou pelo menos tentando - qual não foi minha surpresa. A quantidade de
televisores e telões chamava nossa atenção, além de tirar e/ou atrapalhar a
atenção do bate-papo.
O mais
desconcertante a meu ver foi a cena de um jovem senhor na tentativa inglória de
tocar seu violão. De longe, trocávamos sorrisos. Afinal, nesses momentos,
melhor relaxar. Entretanto, ao vê-lo colocar a capa do violão, percebi-me tomada
por forte sentimento de frustração. Assim sendo, não resisti. Saquei meu celular
e fotografei o absurdo!
Na sagrada
instituição da mesa do barzinho, descobrimos que está tudo muito mudado. Mas,
de que mudanças falamos?
Ouvi uma jovem
mãe – muito jovem mesmo, 17 anos – reclamar da descrença da sociedade na
mulher. Ela desabafava quando lhe era permitido pelo forte ruído da TV. Falava
que havia criado e desenvolvido um projeto de computador, bastante arrojado,
para auxiliar e/ou assessorar pessoas sem tempo para administrar a própria
vida, algo assim. Está tudo indo bem com o trabalho. Sabe por quê?
Porque o nome que
aparece no projeto é do marido. Justificativa? Os avaliados para ingressar
dizem que só aceitam tal serviço se for feita por homem. Pode? Pode. É como ela
está podendo trabalhar e garantir tranquilidade dos clientes. Tendo que ser o
marido. Criou, desenvolveu, atua. Mas, tudo no nome do marido.
Barzinho
discreto, cerveja gelada ou água mesmo. Propício à boa conversa fora com o
companheiro. Bom, assim estava até o proprietário ter a infeliz ideia de ligar
a TV. Tento protestar, mas sou vencida pela esmagadora maioria masculina que
quer assistir aos últimos gols da rodada do futebol. Masculino, claro. Vencida,
bati em retirada.
Noutro
sacrossanto barzinho, entre goles de cerveja e encontros casuais, o deleite do
bate-papo... Quer dizer, quando a televisão permite. O barulho das novelas,
programas de auditório e congêneres nos impede até de matar a saudade dos
afetos e ouvir as novidades dos distantes. Entre um debate e outro, opção
sexual, melhor música ou intérprete favorito, isso e aquilo... Quem administra
melhor?...
A constatação:
quem preside o Brasil é uma mulher. Pronto. Não, não pronto. Pasmemos, entre um
ruído e outro da TV, os índices de aprovação da Presidenta Dilma segundo
pesquisa recente, são muitos bons, 73%. Contudo, melhor ainda entre os homens.
Com os mancebos a confiança na Presidenta vai a 76%.
Será essa cultura
de desconfiança na mulher ainda mais forte entre as próprias mulheres?
Desliguem os televisores nos bares e vamos debater. Ouvindo boa música sem paredões nosso debate vai
crescer. E assim, salvem o barzinho, valorizemos as mulheres.
Essa vai para
todos os gostos: mais mulher, menos TV! *Em tempo: as fotos foram feitas por mim.